A greve dos que não trabalham

A greve dos que não trabalham.

A greve que existe mais ninguém pode provar, ninguém consegue pegar

Escondida entre emendas e teatros de escândalos de corrupções em intermináveis capítulos os quais repetidos pela mídia, fecham os olhos e tampam os ouvidos dá telespectadores para que ninguém perceba a maior greve de todos os tempos na história desse país:

“A greve dos que não trabalham “

Você pode dizer que tem aí uma inversão do sentido lógico em minha frase. É talvez seja minha a frase; mas o real, a prática; você sabe bem de quem é.

Alguém já disse que o grande truque do mal, é fazer todos acreditarem que ele não existe.

O truque é ter a existência sempre questionável para transitar entre o real e o irreal. Esconder-se bem a vista vivendo desordenadamente em prol do retrocesso mental entre a frase: Ordem e Progresso.

A confusão se instala na sociedade quando se confundi o que é fundamental para a vida.

O Sindicato dos Não trabalhadores promovem um circo de diversão escondendo dos trabalhadores a verdade dos direitos.

A grande verdade do direito é que o direito de verdade; é feito pelo povo, para o povo. E para o direito ser direito, tem que já nascer como “Bem comum”.

Não falo aqui de qualquer tipo de partido político, organização ou classes. Trata-se de respeito ao ser humano como seu igual e tomando deste ponto de partida tecer o meio de convívio social falando de uma história que teve início em 1.500.

Uma cultura de fome, medo, escravidão, abuso de poder que se entremeou na cultura de um povo feliz e simples.

Descobriram o que?

Descobriram que a simplicidade deste povo em ser alegre, amistoso e simples, seria de fácil manipulação e enormes lucros.

De um espelho, e eles te darão um pedaço de terra.

Dê-lhes um carnaval e lhe darão 5 domingos de trabalho em troca.

Em troca de um pátio e uma bola, trabalharão o feriado em troca de folgas ou seja; nossos filhos comeram “folgas”.

Quem trabalha, trabalha para prover o sustento do seu lar.

Quem se propõe a trabalhar  faz uma troca num empenho de suor;  por algo ou alguma coisa que lhe provenha sustento.

Estamos trabalhando para comprarmos “Dias”?

Mas o sindicato dos que não trabalham, vivem por uma cartilha desde a tal Descoberta.

Dê-lhes uma novela e eles lhe darão seus sentimentos.

Um carnaval e esquecem da comida, da escola, da saúde

Mas dê-lhes uma copa do mundo e lhe darão o resto de seus dias presos a bola e ao botão.

Encandeia os melhores visionários. Prende até as melhores cabeças. Assenhora-se das melhores intenções.

Está pronta a cela e está feita a cadeia.

Não se trata aqui de sua diversão, mas sim, de intoxicação.

O sindicato dos Não trabalhadores nos prende em sua teia.

Enquanto você se distrai, eles traem a verdade na cara do seu direito.

Enquanto você assiste, a imagem distorce no seu entendimento o que você quer e precisa, seu futuro desiste; e sua liberdade luta só.

O território da manipulação nas mãos do manipulador.

A verdade, grande parte caro leitor, grande parte do que se diz informação é na verdade manipulação, ou contra informação.

Uma mentira bem maquiada por inserções de fatos distribuídos no meio.

Distraídos; não percebemos o sindicato dos que não trabalham instalando suas oportunas greves.

As estradas esburacadas!

Não podemos fazer nada estamos cuidando da corrupção.

As escolas estão fechando!

Não podemos fazer nada. Estamos cuidando da corrupção.

Falta o básico na saúde médicos suficiente, hospitais e medicação, atendimento respeitoso e digno.

Não podemos atendê-lo agora, pois estamos prendendo “Fulano”. Fique na fila.

O transporte, o preço e a falta da alimentação básica num país de 8.514.876.599 Km2?

A corrupção está instalada feita cupim na madeira desta embarcação.

Disfarçada, no terno, na toga, com apito no jogo ou martelo na mão.

Fardada ou descaracterizada, armada de fuzil ou espada, na paulada do pau ou no choque que tomamos de quem pagamos pela proteção.

De batina, má vestida ou toda dourada.

Na absurda alta da alimentação, da energia e da agua que mata pela falta ou pela contaminação.

No valor imposto do imposto; reconhecemos sua cara lavada.

A greve dos que não trabalham; tralham o sonho dos que trabalham duro para ter seu direito constitucional de cidadão.

Distração do molho do moro; digo, molho do morro.

Pois é… aqui todo mundo conhece sua velha cara.

A tal, excelentíssimos, promotores; não veio a jato não.

Veio de caravelas, a velas com os ratos no porão.

 

 

Migri

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