Unimed Sul Mineira

A Unimed Sul Mineira proporciona segurança, saúde e qualidade de vida aos seus pacientes, com um atendimento diferenciado e humanizado, realizado pelos principais profissionais da região. Nesta coluna a cooperativa compartilha informações institucionais, médicas e de bem-estar.

Tendência mundial, a maternidade após os 40 anos aumenta no Brasil

Para algumas pessoas, é um projeto de vida, para outras, acontece por acaso. No entanto, o que não se pode negar é que, a cada ano, o número de mulheres que se tornam mães após os 40 anos aumenta. De acordo com pesquisa divulgada pelo Datasus, no Brasil, nas últimas duas décadas, o número de mulheres que foram mães após os 40 anos aumentou cerca de 49%. Já na faixa etária de 30 e 39 anos, o aumento de foi de 61,4%.

Riscos e cuidados especiais

O adiamento da maternidade é uma tendência que vem se destacando em todo o mundo. Com a evolução da medicina e o avanço nos processos de fertilização, a gestação tardia torna-se uma opção.  As mulheres deixam de ver a gravidez como uma obrigação e podem postergar a decisão até decidirem qual é o melhor momento em suas vidas para se tornarem mães. Mas é importante lembrar que, com a idade, alguns fatores se tornam de risco e, por isso, o ideal é conversar com um médico ginecologista, fazer acompanhamento e solicitar exames para constatar a situação física.

De acordo com o Serviço de Medicina Fetal do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), uma gestação em uma mulher com mais de 40 anos é sempre considerada de alto risco, pois existe a possibilidade de ela ser mais propensa a doenças pré-existentes que podem complicar a gravidez, como obesidade, hipertensão arterial, diabetes, doenças da tireoide, entre outras.

Quem passa pela maternidade tardia pode correr maiores riscos de aborto espontâneo, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro, anomalias placentárias, gestação múltipla, natimortalidade e crescimento intrauterino restrito.

Idade x fertilidade x tratamentos para engravidar

Após os 35 anos, as chances de engravidar começam a se reduzir e, por isso, muitas mulheres recorrem ao congelamento de óvulos, aumentando suas chances no futuro, se houver a necessidade de fertilização in vitro (FIV) ou inseminação artificial.

A reprodução assistida costuma ser indicada quando a mulher não consegue engravidar após um ano de tentativas, sem o uso de nenhum método contraceptivo.

Você sabe a diferença entre fertilização in vitro e inseminação artificial?

A FIV é realizada em laboratório controlado e, uma vez formado o embrião, ele é inserido no corpo da mãe. Já na inseminação artificial, a fertilização ocorre de forma intrauterina, com o sêmen introduzido no útero da mulher no dia da ovulação.

Gestação tardia e maturidade

No estudo “A Multiplicidade de Papéis da Mulher Contemporânea e a Maternidade Tardia”, publicado pela revista da Sociedade Brasileira de Psicologia, sentimentos como medo, insegurança e possíveis dúvidas em relação à maternidade tardia foram observados. Em contrapartida, apesar dos riscos médicos ocasionados pela idade e acúmulo de tarefas dessas mulheres, as gestantes ouvidas na pesquisa tinham maiores condições sociais, financeiras e emocionais para se tornar mãe.

Esse estudo também mostra que a mulher contemporânea assumiu novos papéis e a diferente configuração da sociedade trouxe mudanças não somente na sua rotina, mas também nos seus planos de vida. A maternidade tardia tornou-se uma opção viável para mulheres que têm relações estáveis com seus parceiros, e para as que desejam embarcar no projeto da maternidade solo.

Também se nota uma visão mais responsável da maternidade em mulheres que optam pela gestação tardia, segundo o estudo. Existe mais maturidade em lidar com os problemas do cotidiano, maior paciência e ponderação e menos atitudes impulsivas.

 

(Texto: Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil)

 

 

Foto: Ilustrativa/Unimed Sul Mineira

Alimentação infantil: uma oportunidade para a família buscar mais saúde

Bons hábitos alimentares começam na infância: veja como a família toda pode se beneficiar com isso

 

Quando nasce uma criança, renasce uma família. E, quando a criança começa a introdução alimentar, surge uma chance para a família toda rever hábitos. Afinal, se queremos ofertar o que há de melhor e mais saudável para ela, a primeira coisa a ser dada é o bom exemplo.

A atenção nos primeiros anos de vida ajuda a formar o paladar e a relação dos futuros adultos com a comida. Mas os cuidados com a alimentação precisam seguir pela vida toda.

Dados sobre obesidade infantil

Segundo o Ministério da Saúde, 12,9% das crianças brasileiras de cinco a nove anos são obesas. A mesma pesquisa aponta que crianças acima do peso têm 75% mais chance de serem adolescentes obesos; e adolescentes obesos, 89% de chance de serem adultos obesos.

Pais, cuidadores, avós, tios, irmãos mais velhos e amigos são modelos para as crianças que estão descobrindo a cultura alimentar. Por isso, reunimos algumas dicas que podem ajudar a família inteira a estabelecer uma relação mais saudável com os alimentos.

Cinco dicas para uma alimentação saudável na infância (e na vida inteira)

1 – Planeje as refeições e faça escolhas saudáveis e equilibradas: opte por grãos integrais, frutas e legumes e fontes variadas de proteína.

2 – Prepare a própria refeição e envolva a criança, quando possível: dependendo da idade, a criança pode ajudar a lavar os legumes, dispor os alimentos na mesa, servir o próprio prato, etc. Pratos, copos e talheres com cores e desenhos atrativos também podem ajudar a despertar o interesse dos pequenos.

3 – Tenha frutas sempre disponíveis e demonstre o prazer em degustá-las: tente inserir no seu dia e no das crianças pelo menos cinco porções de frutas diferentes. Além de saborosas, elas fornecem diferentes vitaminas e minerais.

4 – Adie o contato com o açúcar: considerado um carboidrato simples, ele oferece muitas calorias, poucos nutrientes e promove picos de glicose no sangue. Por isso, está relacionado à obesidade infantil e a doenças cardiovasculares derivadas, além de provocar cáries. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é evitar o consumo até os dois anos de idade. Depois disso, a orientação é ingerir no máximo 25 gramas de açúcar por dia, equivalente a seis colheres de chá. Essa quantia inclui o açúcar contido em alimentos e bebidas industrializados. O que nos leva à próxima dica.

5 – Leia os rótulos com atenção: verifique a quantidade de sódio e de gordura saturada. Como a indústria não é obrigada a informar a quantidade de açúcares na tabela nutricional, vale observar a quantidade de carboidrato e, na lista de ingredientes, ver se o açúcar não está apresentado por seus “codinomes” (glicose, frutose, sacarose, xarope de malte e até maltodextrina).

A descoberta do paladar

A infância é um período de descobertas, mas elas continuam ao longo da vida (que bom!). Nem todo sabor agrada na primeira tentativa. Vale tentar variar receitas e formas de apresentação antes de afirmar “não gosto!”, sempre respeitando o seu paladar e o da criança se depois de repetidas tentativas o sabor não agradar.

Além disso, converse sobre a comida: identificar sabores (se algo é doce, salgado, ácido, se tem gostinho de manjericão, alecrim, etc.) pode ser uma brincadeira divertida. Fale sobre de onde vêm os alimentos e, de forma simples, como eles ajudam a nossa saúde. Além de informar os pequenos, essa é uma ótima oportunidade de fazer lembretes a si mesmo e mudar os seus próprios hábitos.

 

(Texto: Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil)

 

 

Foto: Ilustrativa/Unimed Sul Mineira

Livros infantis: conheça alguns dos benefícios de ler para uma criança

O incentivo à leitura é fundamental para o desenvolvimento das crianças. É a leitura que ajuda desde cedo na comunicação e na compreensão de palavras e colabora para despertar a criatividade nos pequenos. Conheça alguns dos benefícios e indicações de livros.

Os benefícios de ler para uma criança

Livros infantis podem ser grandes aliados na educação, mesmo daqueles pequenos que ainda não aprenderam a ler. A leitura adequada com a ajuda dos pais, além de contribuir para o desenvolvimento criativo, também colabora com a criação de laços e memórias entre pais e filhos. Listamos uma série de pontos positivos para começar a ler livros infantis com as crianças:

Ajuda a criança a entender e lidar com suas emoções; contribui para o desenvolvimento da linguagem oral; desenvolve a atenção da criança, pois ela fica imersa na história; cria uma conexão com quem está lendo o livro; exercita o cérebro ao estimular habilidades como memória e compreensão; desenvolve conhecimento de mundo, levando a criança a outras realidades.

Por meio de histórias, os pequenos ficam imersos em narrativas que podem exercitar necessidades existentes dentro da sua rotina. Por exemplo: histórias com várias crianças em um contexto colaboram para o desenvolvimento social; livros infantis que mostram a importância de dividir algo cria pequenos mais empáticos e assim por diante.

O ato da leitura em si já traz muitos benefícios, independentemente do assunto principal do livro: se traz uma temática educativa, fantástica ou mesmo se for um volume para pintar. O tom de voz e a forma como os pais imergem na história têm grande poder de captar a atenção dos pequenos e plantar desde cedo o prazer pela leitura.

Quais são os livros clássicos da literatura infantil?

Se você deseja colocar os pequenos em contato com os clássicos da literatura infantil desde cedo, existe uma série de livros curtos que podem ser utilizados para criar uma rotina de leitura na sua casa. Dividimos as opções dentro de duas categorias: literatura brasileira e literatura estrangeira.

Literatura infantil brasileira

São clássicos com histórias cativantes, de rápida absorção para os pequenos e que embalam gerações. Esses livros podem ser encontrados em bibliotecas públicas, nas escolas e em livrarias.

História de dois amores – Carlos Drummond de Andrade; O Menino Azul – Cecília Meireles; Marcelo, Marmelo, Martelo – Ruth Rocha; O Meu Pé de Laranja Lima – José Mauro de Vasconcelos; O Menino Maluquinho – Ziraldo; A Bruxinha Atrapalhada – Eva Furnari; Palavras, Palavrinhas e Palavrões – Ana Maria Machado;

Literatura infantil estrangeira

São livros com autores internacionais. Muitos deles ilustrados e que contam de forma lúdica as narrativas criadas com os personagens. Podem ser encontrados com mais facilidade em livrarias.

As Aventuras de Robin Hood – Alexandre Dumas; O Pequeno Príncipe – Saint-Exupéry; O que me diz, Louise? – Slade Morrison e Toni Morrison; A Parte que Falta – Shel silverstein; O Gato de Botas – Charles Perrault; A Lagartinha Muito Comilona – Eric Carle; O Grufalão – Julia Donaldson.

Para animar ainda mais o momento de contar histórias, você pode criar o cenário do conto ou até mesmo encenar alguns diálogos principais com a ajuda de fantoches. Outra opção é estimular que a criança pinte e desenhe com livros de colorir, ideais para soltar a imaginação!

Histórias para dormir: como criar essa rotina?

Ao ler o capítulo de um livro com seu filho até ele adormecer, você promove muitos benefícios na saúde dos pequenos. A sensação de conforto e segurança que o cérebro ativa proporciona uma noite muito mais tranquila, ajudando os pequenos com problemas comuns da idade, como pesadelos e o xixi noturno. Separamos dicas para você adquirir esse hábito:

Escolha livros apropriados para a idade da criança; leia já no quarto, ao lado da cama ou junto do seu pequeno; assuma um tom de voz mais calmo e tranquilo; deixe que a criança veja o livro, compartilhem esse momento; dedique-se à leitura e desconecte-se de aparelhos eletrônicos; faça a leitura antes de dormir pelo menos três vezes por semana.

Além de ler livros, responda os questionamentos que surgirem da criança. A troca de ideias que acontece com a leitura reforça o aprendizado e torna a experiência ainda mais memorável.

 

Texto: Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil

 

 

Foto: Ilustrativa/ Unimed Sul Mineira

Alfabetização emocional: como falar de sentimentos com crianças

Assim como aprendem a falar, a andar e a comer, as crianças também aprendem a sentir. Ou melhor, aprendem a interpretar as emoções que vivenciam. O controle dessa complexidade de sentimentos é fundamental para o crescimento de qualquer indivíduo e os adultos podem auxiliar na “alfabetização emocional” dos seus filhos. Confira:

Como ter disciplina positiva para educar filhos?

Antes de sair apontando um comportamento ideal que deve ser seguido, os pais precisam assumir uma postura disciplinar positiva. Essa é uma forma de educar sem violência, conversando com os pequenos com firmeza e, ao mesmo tempo, utilizando um tom de voz gentil, não punitivo.

Afinal, se estamos querendo entender como falar de sentimentos com as crianças, precisamos, antes de mais nada, aprender a reconhecer as emoções para – só depois – descobrir formas saudáveis de lidar com elas. Portanto, ter disciplina positiva para educar filhos é o primeiro passo para uma alfabetização emocional de sucesso.

Essa técnica educacional tem base na convivência colaborativa, na qual pais e filhos aprendem juntos. Com a disciplina positiva, abre-se mão de castigos, brigas, ameaças e recompensas para conseguir que os pequenos façam algo. Separamos três ideias para inspirar a educação dos pequenos com essa estratégia.

1 – Dê o exemplo para seus filhos

Os filhos se espelham no comportamento das pessoas com quem têm maior convívio. Para conseguir falar de sentimentos com eles, em primeiro lugar, é preciso mostrar que você sabe administrar bem suas próprias emoções.

2 – Converse com seus filhos

Para uma criança expressar seus sentimentos da melhor forma, ela precisa aprender a se comunicar de maneira natural. Conversar com seus filhos demonstra que você os respeita, leva a opinião deles a sério e mostra, desde cedo, que eles são responsáveis pelos seus próprios atos.

3 – Ajude a criança a pensar

Questione comportamentos e ações dos seus filhos e faça-os pensar no que estão sentindo. Por exemplo: “Por que você acha que está com raiva?”, “Como você se sentiu ao compartilhar seus brinquedos?”. Esses estímulos ajudam os pequenos a encontrar lógica em suas ações e, consequentemente, fazer uma ligação positiva entre o que é certo e errado.

Empatia na educação infantil: por que é importante?

Uma alfabetização emocional começa com uma educação não violenta e com a empatia dos pais em entender o que se passa nas cabecinhas dos pequenos.

Acima de tudo, a empatia é a capacidade de ouvir, acolher ideias e se colocar na posição de outra pessoa para conseguir ter uma visão mais ampla de um acontecimento. Desenvolver essa habilidade é essencial para ajudar os pequenos a entender seus sentimentos, visto que será preciso se colocar no lugar de uma criança – descobrindo um mar de emoções novas – para entender angústias, ansiedades, ataques de raiva, alegrias e tristezas.

Dicas para falar de sentimentos com as crianças

Para falar de sentimentos com as crianças, é importante ter em mente que as emoções foram feitas para serem sentidas, não reprimidas. A alfabetização emocional gera inteligência emocional. Crianças com maior desenvoltura diante de desafios foram estimuladas por seus responsáveis para isso.

Lembre-se sempre de que crianças que sabem entender seus sentimentos conseguirão resolver conflitos futuros de forma mais pacífica. Adiante, listamos algumas dicas para você começar a educar emocionalmente as crianças:

  • Conte histórias da sua infância e os sentimentos que você tinha com elas
  • Ensine aos pequenos os nomes das emoções e o que elas significam
  • Ajude-os a entender quais são suas preferências, seus desejos e suas necessidades
  • Mostre que errar é normal e que está tudo bem se algo não der certo
  • Crie oportunidades para conversar sobre sentimentos: fale para seus filhos e os ouça
  • Elogie seus filhos quando eles reconhecerem sentimentos de forma positiva
  • Foque em conter a ação negativa, não a própria criança. Reprimir não é legal
  • Evite dizer “não precisa chorar”, mas questione o motivo de a criança estar chorando
  • Na hora da birra, não castigue, mas mostre que entende a frustração do pequeno

 

Texto: Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil

Fonte: UFB, Programa Escolas Transformadoras

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed

 

 

Foto: Ilustrativa/Unimed

Como prevenir acidentes domésticos na quarentena

Durante o período de distanciamento domiciliar é preciso atentar-se a cuidados básicos para evitar os acidentes em casa

 

É importante mudar hábitos em prol do seu bem-estar e da sua família

Durante o período de distanciamento domiciliar é preciso atentar-se a cuidados básicos para a prevenção de acidentes domésticos, uma vez que os hospitais estão dedicados ao atendimento de casos relacionados à Covid-19 e, por isso, todo cuidado é pouco, afinal, o risco de contaminação em um ambiente hospitalar é consideravelmente alto.

Cuidados com bebês e crianças

Os acidentes tendem a ocorrer quando as crianças adquirem a habilidade de agir, engatinhar e pegar objetos. Confira algumas dicas de prevenção a envenenamento por medicamentos e produtos tóxicos. A faixa de maior risco é a compreendida entre um e cinco anos. Assim:

Mantenha qualquer produto perigoso fora da visão e alcance da criança; Tome cuidados extra quando alguém da família estiver em tratamento, usando vários remédios e nunca diga que remédio é doce; Compre produtos domésticos em embalagens resistentes para a criança e guarde-os em lugar seguro, mantendo-os sempre em seus recipientes originais; Nunca deixe bebidas alcoólicas ao alcance de crianças; Anote os números dos telefones do seu pediatra, do hospital, do Centro de Controle de Intoxicação para buscar ajuda, caso a criança ingira alguma substância não alimentar; Sempre leia os rótulos cuidadosamente antes do uso de qualquer produto; Ensine às crianças a não beber ou comer qualquer substância, a menos que seja dado por adultos conhecidos seus; As crianças tendem a imitar os adultos. Não tome remédios na presença de crianças pequenas; Realize faxinas domésticas periodicamente. Remédios velhos cujos prazos estejam vencidos ou que denotem perda de suas características devem ser jogados no lixo.

Evitando acidentes com adultos

Adultos também devem ter cuidados dentro de casa, principalmente os idosos. A maior parte dos acidentes acontece no trajeto entre o banheiro e o quarto, sobretudo à noite. Veja as causas mais frequentes:

Andar sobre pisos molhados, úmidos ou encerados; Andar só de meias ou usar chinelos e sapatos mal ajustados; Móveis no meio do caminho; Escadas com degraus de tamanhos diferentes; Tapetes; Pouca iluminação; Tontura ao levantar-se; Visão alterada pela idade; Perda do equilíbrio, muitas vezes causada por uso de remédios; Enfraquecimento dos ossos e dos músculos do idoso; Soleiras das portas não niveladas com o chão.

Torne a sua casa mais segura

Com algumas medidas simples, é possível tornar sua casa mais segura. Por isso, muita atenção com tomadas e fios, pisos e escadas, janelas e sacadas, cozinha e banheiros. Além disso, cuidado com incêndios, eles são mais comuns do que nós imaginamos. Muitas vezes, um descuido é suficiente para que tudo seja consumido pelo fogo em pouco tempo. Neste caso, a prevenção é essencial para evitar maiores transtornos.

Cuidado redobrado para queimaduras por álcool

Diante da necessidade do uso de álcool líquido 70% e do álcool em gel, por conta da pandemia do novo coronavírus, a quantidade dos produtos dentro dos lares aumentou consideravelmente. Por isso, cabe alertar sobre os riscos de queimaduras gravíssimas ocasionadas por acidentes domésticos relacionados ao seu uso.

O álcool em gel, por exemplo, demora a se dissipar nas mãos devido a sua consistência. O recomendado é que, após a aplicação, a pessoa espere secar completamente, e aguarde um tempo de 15 a 20 minutos, para que seja mais seguro fazer atividades que envolvam qualquer fonte de calor.

O uso de álcool em líquido comum pode ser utilizado na limpeza, pois evapora mais rápido. É importante ficar atento onde colocar o produto, de preferência um lugar fora do alcance de crianças, e distante de ambientes como a cozinha. As mesmas orientações servem para o álcool em gel.

 

 

Foto: Ilustrativa/Unimed Sul Mineira

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