Priscila Porfírio

Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental na área clínica. Experiência também na área organizacional com pós-graduação em Gestão de Pessoas. Apaixonada pelo ser humano e suas especificidades, esclarece as principais dúvidas sobre transtornos, síndromes e distúrbios psicológicos, além de fazer uma conexão com o dia a dia da população sobre seus problemas emocionais, pensamentos e comportamentos. CRP 06/111755.

O que é a Psicossomática?

Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças têm origem num estado de não perdão. (Louise L. Hay). Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças, e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.

Reflita, vale a pena tentar evitá-las:
Doenças | Causas

Amidalite
Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
Anorexia
Ódio ao externo de si mesmo.
Apendicite
Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
Arterosclerose
Resistência. Recusa em ver o bem.
Artrite
Crítica conservada por longo tempo.
Asma
Sentimento contido, choro reprimido.
Bronquite
Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
Câncer
Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
Colesterol
Medo de aceitar a alegria.
Derrame
Resistência. Rejeição à vida.
Diabetes
Tristeza profunda.
Diarreia
Medo, rejeição, fuga.
Dor de cabeça
Autocrítica, falta de autovalorização.
Dor nos joelhos
Medo de recomeçar, medo de seguir em frente.
Fibromas
Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
Frigidez
Medo. Negação do prazer.
Gastrite
Incerteza profunda. Sensação de condenação.
Hemorroidas
Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
Hepatite
Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
Insônia
Medo, culpa
Labirintite
Medo de não estar no controle.
Meningite
Tumulto interior. Falta de apoio.
Nódulos
Ressentimento, frustração. Ego ferido.
Pele (acne)
Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
Pneumonia
Desespero. Cansaço da vida.
Pressão alta
Problema emocional duradouro não resolvido.
Pressão baixa
Falta de amor quando criança. Derrotismo.
Prisão de ventre
Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
Pulmões
Medo de absorver a vida.
Quistos
Alimentar mágoa. Falsa evolução.
Resfriados
Confusão mental, desordem, mágoas.
Reumatismo
Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
Rinite alérgica
Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
Rins
Medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
Sinusite
Irritação com pessoa próxima.
Tiroide
Humilhação.
Tumores
Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
Úlceras
Medo. Crença de não ser bom o bastante.
Varizes
Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso, não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos… principalmente, daqueles que escondemos de nós mesmos.

“Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da alma”.

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Stress agudo ou crônico: O mal do século

Psicoeducação: Consiste na etapa educativa que oferece ao paciente entender a natureza e a origem do stress. Junto a isso, as reações do stress são explicadas a partir de 4 componentes: o físico ou autonômico, o emocional, o comportamental ou motor e o cognitivo.

A vida moderna é cheia de frustrações, prazos e exigências. Para muitas pessoas, o estresse é tão comum que se tornou um modo de vida. Você pode notar sintomas de estresse ao disciplinar seus filhos, durante os horários de pico no trabalho, na gestão de suas finanças, ou quando lida com um relacionamento difícil. O estresse pode estar em todos os lugares e situações. O primeiro passo para controlar o estresse é conhecer seus sintomas. Mas reconhecer os sintomas do estresse pode ser mais difícil do que você pensa. A maioria das pessoas está tão acostumada que muitas vezes não sabe que está estressada até chegar ao seu ápice – quando passa a notar que está sendo prejudicada em algum sentido.

O que é estresse?

Estresse é a resposta do seu organismo a qualquer situação de perigo, pressão ou ameaça. Quando algum destes eventos se apresenta, o sistema nervoso reage liberando uma descarga de hormônios como a adrenalina e o cortisol, que por sua vez avisam o corpo de que é preciso tomar uma atitude urgente. O coração acelera, os músculos contraem, a pressão sanguínea aumenta, a respiração fica ofegante e seus sentidos se tornam mais aguçados. Estas mudanças físicas ocorrem para aumentar a sua força e resistência, e melhorar a sua velocidade de reação. Em períodos curtos, o estresse ajuda a manter o foco, a energia e o estado de alerta. Além disso, o estresse pode impulsionar o indivíduo a enfrentar desafios. Porém, ao atravessar a sua zona de conforto, o estresse deixa de ser útil e pode começar a causar grandes danos à sua mente e corpo.

Consequências do estresse não tratado

O sistema nervoso autônomo do corpo muitas vezes falha em distinguir entre estressores diários e eventos que apresentam risco de vida. Se você está estressado sobre uma discussão com um amigo, um engarrafamento no seu trajeto para o trabalho, ou uma pilha de contas, por exemplo, seu corpo ainda pode reagir como se você estivesse enfrentando uma situação de vida ou morte. Quando você experimenta repetidamente a reação física (descrita no tópico anterior) do estresse em sua vida diária, este pode elevar a sua pressão arterial, suprimir o seu sistema imunológico, aumentar o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, acelerar o processo de envelhecimento e deixá-lo vulnerável a uma série de distúrbios mentais e emocionais.

Muitos problemas de saúde são causados ou exacerbados pelo stress, incluindo: Dores crônicas, doenças cardíacas, problemas digestivos, perturbações do sono, depressão, perda ou ganho de peso, doenças autoimunes, reações cutâneas como o eczema.

SINTOMAS COGNITIVOS

  • Perda de memória
  • Falta de concentração
  • Pessimismo
  • Ansiedade
  • Preocupação excessiva

SINTOMAS EMOCIONAIS

  • Alterações de humor
  • Irritabilidade
  • Agitação
  • Sensação de sobrecarga
  • Depressão ou tristeza

SINTOMAS FÍSICOS

  • Dores
  • Constipação ou diarreia
  • Náuseas e/ou tonturas
  • Dores no peito
  • Perda de libido
  • Gripes e resfriados constantes

SINTOMAS COMPORTAMENTAIS

  • Perda de apetite ou compulsão
  • Insônia ou sono excessivo
  • Procrastinação e fuga de responsabilidades
  • Abusar de álcool, cigarros e drogas para relaxar
  • Manias de nervosismo (roer unhas, morder os lábios, arrancar os cabelos, balançar as pernas, etc.)

Meditação para a vida cotidiana

A lista de benefícios oferecidos pela meditação não encontra limites. A técnica milenar ajuda a disciplinar e acalmar o corpo e a mente, trazendo conforto emocional e aumentando nossa capacidade de concentração.  O descanso que você ganha na meditação é ainda mais profundo que o sono, e quanto mais profundo é seu descanso, mais dinâmica é sua vida.

Benefícios físicos

Com a meditação, nossa fisiologia muda e cada célula do corpo é preenchida com mais prana (energia).

pDiminui a pressão sanguínea;

Diminui qualquer tensão relacionada com a dor, como dores de cabeça, úlcera, insônia, dores musculares e problemas nas articulações;

Diminui a produção de Cortisol, hormônio do stress;

Aumenta a produção de serotonina e endorfina, trazendo uma sensação de bem-estar;

Melhora o sistema imunológico;

Combate a insônia.

 

Benefícios mentais

A meditação traz o padrão de ondas cerebrais ao estado Alfa, o que promove cura. A mente se torna mais delicada e renovada.

Aumenta a capacidade de concentração e memorização;pp

Aumenta a tolerância à raiva e à frustração;

Reduz os níveis de estresse e ansiedade;

Desenvolve a criatividade e a intuição;

Ganha mais clareza e paz na mente;

Autoconhecimento.

 

 

Faça sua inscrição

Contribuição: R$ 30,00

Turmas de no máximo 4 pessoas.

Localização: Condomínio Jaguari – Avenida Marcelo Stafany – Módulo 110, sala 07.

Whatsapp: (11) 97108-6110

Hábitos condicionados: Saia do automático!

Você já reparou como somos controlados o tempo todo pelo dinheiro, pela mídia, pelo tempo? Já reparou como estamos nos tornando insensíveis às cores, aos sons e aos aromas ao nosso redor? Há quanto tempo você não pisa descalço na grama, não toma banho de chuva, não para olhar o céu? Há quanto tempo você não para tudo para pensar na sua vida e no rumo que ela está tomando?

Nós não somos feitos apenas de carne e osso, de cérebro e razão. Nós somos feitos de sonhos e de símbolos, de lágrimas e sorrisos. Nossos olhos choram ao ouvir uma música ou assistir a um filme que toca nossa alma. Nossos sentidos são aguçados não somente por aquilo que vemos, mas também pelo que imaginamos.

Porém, não aprendemos a usar nossos sentidos. Somos ensinados o tempo todo a produzir, a competir, a consumir e a mostrar aos outros aquilo que temos, em vez de dar aos outros aquilo que somos. Até que um dia nos damos conta de estar indo de novo para o mesmo lugar ao esbarrar em algo que nos faça acordar para a vida e refazer o caminho percorrido para encontrar a razão de termos chegado até aqui onde estamos hoje.

Qual é o primeiro passo que você pode dar no caminho que vai te conduzir até aquilo que é importante para você? Quais são as emoções que te impedem de ser quem você deseja ser?

Um psicólogo pode te ajudar a compreender e refletir sobre as respostas que você está dando para estas perguntas, identificando as barreiras que te impedem de chegar ao seu desejo. Não deixe sua vida tornar-se um fardo pesado de carregar.

Saia do piloto automático, assuma as rédeas do seu destino, faça acontecer!

7 Maneiras Assertivas de Dizer Não

– Lembre-se que dizer “sim” é sua escolha: A menos que você seja um aspirante a estrela de cinema ou a político, você não precisa de se preocupar em tentar agradar a todos o tempo todo. “Isso está profundamente enraizado na ideia de “estar lá quando alguém precisa de nós”, mesmo que essa pessoa não precise de nós”, diz a Dra. Newman. “Mas há sempre uma opção, e se você disser não, você diz” sim “a coisas que você prefere fazer. Se conseguir meter isto sua cabeça, dizer não será muito mais fácil.”

– Lembre-se que dizer “não” não faz de você uma pessoa má: Muitos acreditam que dizer não os transforma em pessoas negativas. Isso não é verdade. “Uma vez que você se recusa a ajudar alguém a montar uma prateleira ou a pegar o seu carro, a pessoa que solicitou a sua ajuda já não pensa mais em si e está à procura de outros que a ajudem”, diz a Dra. Newman. Se fosse uma questão de vida ou de morte, seria uma história diferente. Ainda lhe pode dizer não, mas não espere receber um postal de Natal dessa pessoa.

– Seja firme: Ser educado é bom, mas o seu tempo é valioso, por isso não há que lamentar estar muito ocupado para ajudar alguém. Quando você diz não, que a outra pessoa entenda que você gosta de ajudar, mas que a sua decisão é definitiva.

– Não é preciso explicar mais do que o necessário: Dê uma razão simples para a sua incapacidade de dizer sim, por exemplo, “eu já tenho planos” – é o suficiente. Se você começar a explicar demais, soa muito fraco, e a outra pessoa pode ver aí uma possibilidade de lhe fazer mudar de ideia. Ao fazer isto, o outro acredita que o seu tempo e as suas necessidades são mais importantes que as suas, de modo que mantenha as suas razões de forma vaga, revele tão pouco quanto possível e isso permitirá que você evite ser descoberto, se de fato decidir mentir sobre o porquê de não poder ajudar.

– Conheça a sua agenda: Saber o que você tem para fazer pode ajudá-lo a decidir se um pedido se adapta à sua agenda, porque se você já tinha outro plano, você não pode ajudar. É melhor dizer não e se concentrar nos compromissos para os quais que você já tinha reservado tempo, em vez de se dividir entre demasiadas coisas, fazê-las pela metade ou “em cima do joelho”.

– Como dizer não ao seu companheiro ou companheira: Dizer não ao seu parceiro amoroso exige uma delicadeza extra. Não tem necessariamente que lhe dar um “não” seco, se ele lhe pedir para fazer algo que você não quer fazer. Em vez disso, comprometa-se. Concorde em fazer o que o seu parceiro lhe pediu – e quando o fizer, faça-o de boa vontade – mas deixando claro que ele lhe deve uma.

– Como dizer não ao seu chefe: Você provavelmente quer evitar dar um “não” direto ao seu chefe, pois como efeito poderá ser o seu chefe a dar-lhe um rotundo NÃO de volta. Se se tratar, por exemplo, de protestar contra o aumento da sua carga horária ou do excesso de tarefas, que o poderá levar ao ponto de ter a certeza que não será capaz de terminar, mostre uma imagem clara do que você está a fazer atualmente. “Adoraria fazer o que me está a mandar fazer, mas vejamos o que me encarregou de fazer até agora e se podemos reorganizar as minhas tarefas”, sugere a Dra. Newman. Então, aí o seu chefe vai ter uma ideia do quanto você está a trabalhar e (esperemos) lhe retire algumas tarefas.

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